terça-feira, 19 de novembro de 2013

Fases do Estudo

Ora viva, ervilhas!

Todos sabemos a dor que é ter um teste, o peso que sentimos no dia antes. É disso que vou falar hoje. Podia ser um tema mais original, sim, mas sinto necessidade de vos confortar. Tenho teste amanhã *lágrima no canto do olho*, e o dia anterior é sempre o mais difícil. Espero que ao partilhar o meu sofrimento, acalme o vosso. Passo a explicar as fases do meu estudo no dia anterior ao teste.

1ª - Calma
Nesta fase, a ervilha sente-se calma. "Já estudei, estou dentro do assunto, vai correr bem."

2ª - Dúvida
A ervilha começa a questionar tudo o que pensava já saber bem. "Mas pode não ser assim, ali tem uma vírgula que pode querer dizer que afinal sou um rabanete."

3ª - Pânico
Perde o controlo e grita sozinha, gesticulando e simulando ameaças físicas contra a parede da lata enquanto chora compulsivamente. "NÃO SEI NADA, VAI CORRER MAL! VOU SER UMA ERVILHA DESEMPREGADA, VOU TER DE EMIGRAR E PASSAR A VIDA A MATAR MOSQUITOS, VAI SER ESSE O MEU TRABALHO EM ANGOLA. OH MEU ERVILHEUS, VOU SER UMA ERVILHA TORRADA!" 

4ª - Aceitação
Matar mosquitos não é assim tão mau, acaba por ser engraçado e não posso ser presa por mosquitocídio. Podia ser pior, acabar num congelador de supermercado seria definitivamente pior. 

5ª - Desespero
A ervilha larga os livros e mergulhada em lágrimas, ajoelha-se no chão da lata e pede a todos os ervilheuses (deuses das ervilhas) que a ajudem. Normalmente eles enviam braçadeiras e bóias para a ervilha não se afogar no meio das lágrimas e do desespero que a circunda. 

6ª - Recuperação 
A ervilha recupera a sua sanidade mental, decide pousar o livro e ir dormir. 

E é assim que passo as vésperas de testes, numa montanha russa sentimental. Queridas ervilhas, estudem. Neste momento, estou na fase da dúvida e a preparar-me para o pânico.

OH ANGOLA, NÃO SEI SE A MARIQUINHA VAI MAS EU VOU!

Pronto, acho que já ultrapassei a fase do pânico. Vou voltar ao estudo. 

sábado, 9 de novembro de 2013

Meias Solteiras

Ervilhá!
(ai, saudades deste olá)

Voltei mesmo. Hoje venho partilhar o grande drama das meias. É um tema que, na minha opinião, o mundo evita, por uma questão de conforto. Mas não escondam mais isto, é normal, temos de nos unir e aceitar a vida. Temas como este têm de ser falados, é por estas pequenas coisas que as ervilhas querem revolucionar o mundo.

Todos perdemos meias. Toda a gente perde uma meia no sítio onde guarda o calçado, no meio dos lençóis, numa mala de viagem e, na maior parte das vezes, no buraco negro que existe dentro de todos os cestos de roupa. Quanto a vocês não sei, mas aqui na ervilhandaria (lavandaria da lata), quando algumas meias perdem o seu par, são postas de lado. Chega! Porque não aceitam meias solteiras? Reparem, não faz sentido as meias terem de ser iguais nos dois pés. Se usarmos uma azul no pé direito e uma amarela no pé esquerdo a órbita da lata não muda, o céu não cai, a galinha Francisca não põe menos ovos.

Pessoalmente, as meias que são dobradas com o par igual, são as primeiras a usar, mas quando acabam, uso uma de cada. Pego em duas meias solteiras e mostro-lhes que é possível amarem outra vez. Falo a sério, modéstia à parte, sou o cúpido das meias. E vocês, se ainda não são, deviam ser. 

Pelo mês de Novembro temos os Casameias, cerimónias que servem para devolver às meias abandonadas a noção de amor, permitindo que se casem. E colocando novamente a modéstia de lado, digo-vos com orgulho que já juntei mais de vinte pares de meias que são hoje extremamente felizes em redor dos meus pés. Sinto mais amor nestes pares de meias que nem todos conseguem aceitar do que nas meias iguais, que se cansam uma da outra e caem na rotina. Estão sempre juntas, vão aos mesmos sítios, torna-se aborrecido. E lembrem-se, se a vossa avó vai dando "um pontinho" nas meias que começam a romper pelo uso, dá nas duas ao mesmo tempo pois são usadas com a mesma frequência. Como é que estas meias se apoiam no pós operatório? Com meias diferentes, com histórias e viagens diferentes, as intervenções cirúrgicas como as costuras não acontecem necessariamente na mesma altura, por isso, a meia-paciente que está na recuperação, tem todo o apoio da outra. Isto é um detalhe muito importante e determinante no sucesso da relação das meias e da sua felicidade.

Acordem. Ninguém quer passear um par de meias infelizes e cansadas. Vamos dar a oportunidade a cada meia que guardamos na gaveta de conhecerem um novo amor, não lhes retiremos a vida por terem perdido o seu primeiro par. Amem de novo, meias!

A ervilha despede-se sem qualquer ideia para uma despedida mais decente. :)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O Regresso da Ervilha

Heeeeeeeeey Ervilhada!

Pois, parece que sim. Ao fim de um ano e meio sem uma única ervilha rebolar por este blog, a Ervilha Incompreendida está de volta *aplausos*. Podia tentar justificar a ausência prolongadíssima com uma desculpa elaborada e "esfarrapada", mas não. Vou contar-vos a verdade. Peguem em lenços, pelo sim pelo não, pode ser comovente.

Ora, a última publicação na lata foi feita no dia 1 de Maio de 2012, há precisamente dezoito meses e quatro dias, falando-vos do caso de possessão do meu belo telemóvel. Se não estão a par do tema, a solução para estes casos são os exorcismos. E assim sucedeu, na noite do dia 1 foi feito, na lata, um exorcismo. Durante este ritual é necessária uma ervilha-padre-exorcista e o cumprimento de uma lista de regras:

1. Não olhar directamente para a ervilha/objecto possuído;
2. Não cair na tentação de rolar com o possuído(a) pela lata fora, não importa o quão aliciante poderá parecer;
3. Não errar uma única palavra ao rezar a Ervilha Nossa;
4. Humilhar com alguma contenção o ervílhito (espírito leguminoso) mostrando-se espiritualmente superior e mais forte;
5. Nunca comer pão integral nas 6 horas anteriores ao ritual;
6. Não usar ganchos, brincos ou qualquer coisa que possa servir de palito ao demónio;
7. Nunca dizer 'Anticonstitucionalissimamente';
8. Não dialogar directamente com a força malígna com outro propósito que não o de saber o seu nome.

Poucas, certo? Pois. No entanto, para a comunidade ervilhesca, foi extremamente complicado cumpri-las. Passo então a relatar detalhadamente a preparação e a realização do Exorcismo Verde.


Sim, sou uma ervilha estrábica. E sim, o paint é muito complexo
para mim, desculpem migos.

Às nove e meia da noite as ervilhas que iriam participar na salvação reuniram-se no canto superior direito da lata (frequentemente usado como sala de reuniões) para reverem todas as regras e se prepararem para o serão longo e complicado. Meia hora depois, já se encontravam no local escolhido, com o telemóvel bem sentadinho numa cadeira forrada com os restos da saia amarela da Matilde (ervilha sensual que fez parte do grupo responsável pelo exorcismo) e a ervilha-padre-exorcista com o seu livro "Exorcismos para Ervilhas". E assim, começou o ritual, com quatro ervilhas presentes, além do telemóvel. Nem um minuto da longa noite tinha passado, já regras tinham sido quebradas.
Anastácio, a ervilha-padre-exorcista assim que entrou na sala escolhida, olhou directamente nos olhos azuis e brilhantes do telemóvel e comentou com este que a sua sobremesa tinha sido uma sandes de pão integral com coiratos. Como podem entender, quebrou duas regras, a do olhar representa um elevado risco de possessão do interveniente puro, ou seja, Anastácio. Quanto ao pão, podem não saber, mas os ervílhitos têm uma fixação por este alimento, correndo assim o risco de ver nas ervilhas presentes um papo seco integral fresco e apetitoso que ficaria muito melhor no seu estômago metálico. 

Deu-se então início à expulsão do demónio e como é normal nestas situações, o exorcizado tenta sempre distrair o exorcista, diminuindo o seu poder como curandeiros do mal. A regra número 7, referente à utilização da palavra 'anticonstitucionalissimamente' é, provavelmente, a mais complexa para qualquer ervilha pois esta é uma palavra que usam com bastante naturalidade e frequência. 

Matilde, a ervilha sensual de que vos falei decorou as regras e estava empenhadíssima em cumpri-las mas tal era o seu desconforto, que a sua contenção estava a tornar-se insuportável. O cheiro a coirato que perfumava a sala graças a Anastácio, a ervilha mais coirateira da lata, gerava nela um desconforto tremendo. Faço agora um aparte para explicar os motivos do seu incómodo. Disse-vos que é sensual, e é, agora. Em criança, era uma ervilha obesa. E não riam, obesidade nas ervilhas é algo delicado. Tudo bem, somos todas redondinhas, mas obesas, tornamo-nos num tremoço grande e inchado, ou se preferirem, numa azeitona mais redondita. Não é algo que passe despercebido, e no recreio, nas corridas de rebolation, as ervilhas obesas não podem participar porque é considerada uma "vitória injusta" e acreditem, são estes momentos de rebolanço que nos permitem socializar, não o fazer dificulta muito a nossa vida de socialite. Sendo uma ex-obesa, é claro que coirato é coisa que não consome, cheirá-lo dá-lhe tremores e suores frios e, em casos extremos, ouve vozes "Come gorda! Olha o coiratinho gostoso!". Como se presenciar e fazer parte de um exorcismo não fosse por si só uma situação de tensão elevada, debatia-se ainda com o seu passado dramático. Esta agitação de Matilde fez com que esta repetisse sucessivamente as regras, primeiro para si, depois ia elevando o tom até que parou e gritou precisamente vinte vezes "ANTICONSTITUCIONALISSIMAMENTE". Escusado será dizer que depois disto, sofreu uma paragem cardiorrespiratória. No ginásio aqui da lata não rebolamos nem saltamos nem nada do género, sentamo-nos e dizemos cinco vezes 'anticonstitucionalissimamente', o que é equivalente a correr uns quatro quilómetros em sprint. Pronto, estou a divagar muito. Voltemos ao exorcismo.
Depois do incidente da Matilde, o telemóvel ergueu-se e tentou dançar tango com a ervilha que estava encarregue de segurar a cadeira, esta, desde de sempre solteira, caiu no olhar sedutor do possuído e desmaiou. Todo o pânico e agitação tornaram o processo mais longo, mas a ervilha-padre-exorcista, sem saber bem como, pois tudo apontava para um enorme falhanço, conseguiu expulsar o demónio do telemóvel. Mas não acaba por aqui. 
Isto é uma ilustração que achei perfeita para vos mostrar 

como seria a Matilde ainda sensual, caso fosse humana.

Matilde, pobre ervilha, nunca conseguiu recuperar do episódio e entregou-se de novo aos coiratos e torresmos, ocupando actualmente 7,3% do espaço disponível da lata com o seu volume (mas continua a ser amada, atenção). A ervilha que dançou o tango, ficou possuída, apaixonada e acabou, mais tarde, por ter de rebolar para fora da lata. Anastácio, decidiu desistir da sua carreira de exorcista, por danos emocionais e psicológicos ao ver todos os incidentes. E mais grave... agora sim, peguem nos lenços, não há maneira suave de vos contar isto. A quarta ervilha, da qual ainda não falei, era a Gertrudes, experiente, com muitos anos de vida, que teve um fim trágico na noite do Exorcismo Verde. Numa das explosões de fúria do possuído, entre tangos, coiratos e anticonstitucionalissimamente's, acabou por ser irremediavelmente esborrachada, tornando-se em puré verde. Façamos silêncio pela alma desta ervilha que tanto deu à lata.

Apesar de o telemóvel se ter livrado do demónio que tomava conta do seu interior, nunca mais foi o mesmo devido a lesões psicológicas, tanto pelas memórias das possessões, como pelo episódio incrivelmente dramático da noite do exorcismo. Assim, como sei que entendem, os meses seguintes foram muito complicados para a lata, restaurar a felicidade foi um processo longo e trabalhoso, sem o isolamento não conseguiríamos ultrapassar tudo isto. Agradeço a cada ervilha que deu tudo de si para nos conseguirmos erguer, juntas e verdes! Espero que me perdoem e que voltem a visitar a lata regularmente. E lembrem-se, aqui nunca vão ler desculpas ou invenções, triste ou não, terão sempre a verdade. (É neste momento que eu tenho noção de que escrevi muito mais que o normal e penso que já ninguém está a ler isto, mas caso estejam, entendam que o regresso tinha de ser em grande, pelo menos em número de baboseiras. Isso, acho que consegui.)

A Ervilha Incompreendida despede-se rebolando de felicidade por voltar aqui. :3

P.S: Peço a quem ler isto que tente dizer "anticonstitucionalissimamente" alto e três vezes seguidas. Fico feliz ao imaginar alguém a fazê-lo.


terça-feira, 1 de maio de 2012

Possuído

Hello!
*AVISO: Este post é para ser lido com uma voz dramática e para um melhor entendimento da gravidade da situação, deve respeitar a pontuação. Obrigada.*

Caras ervilhas, hoje finalmente ganhei coragem para tornar público o fenómeno que tem ocorrido repetidamente na Lata, nos último tempos.

Há um caso de possessão que se está a tornar cada vez mais frequente! O estado de saúde do indivíduo em questão é extremamente grave e ameaça pôr em risco a saúde dos que o rodeiam. A sua insanidade tem resultado, entre outras coisas, em espasmos musicais. Sem mais demoras, revelaremos a identidade do indivíduo possuído: o meu telemóvel.
O que sucede durante a possessão do indefeso aparelho, são, como já referi acima, espasmos musicais. Isto é, sem qualquer razão aparente, começa a "dar" música (mas alguém, além dos professores de música, dá música?) no volume máximo. Pois, medo. Se isto acontecer de dia, não é grave, agora quando é a meio da noite, a ervilha morre um bocadinho.
Imaginem: são cinco e meia da manhã, a ervilha está a dormir profundamente e de repente, ouve uma música aos berros, música essa que não é nenhum dos seus toques definidos nem o despertador. Naturalmente, o primeiro pensamento que a ervilha tem é "mas quem será o ladrão que se encontra do lado oposto da janela, que tem obviamente bom gosto musical mas que, lamentavelmente, não consegue ser súbtil durante o seu serviço nocturno?" (sim, nós ervilhas conseguimos ter esta velocidade de pensamente durante a madrugada). E depois, vem o pânico. A ervilha percebe que o hipotético ladrão não está do outro lado da janela mas sim na mesma divisão! Imediatamente, pensa em várias hipóteses para tentar escapar ao massacre que o ladrão possa, eventualmente, ter planeado:

1. Fingir que é sonâmbula, dizendo, como quem não quer a coisa, "Sou sonâmbula, vou voltar a deitar-me porque não dei conta que isto é um assalto";

2. Com voz perigosa, ameaçadora e ligeiramente descontraída diz "Então pá? Vens à lata a meio da noite só para apanhares? Deixa-me só chamar o resto da ervilhada que já te nutrimos!" (deveras assustador, isto irá marcar uma posição e, consequentemente, criar uma relação de respeito ladrão-ervilha);

3. Chama a mãe calmamente para que o intruso não se assuste e reza para que ela traga uma frigideira ou qualquer objecto potencialmente perigoso;

4. Chama a mãe aos berros, dizendo "MÃÃÃÃEEEEEEEEEEEEE! Trás uma frigideira!" e para disfarçar, acrescenta "Apetece-me fritar um ovo!".

Geralmente, opta sempre pela primeira hipótese. Deita-se e ensaia mentalmente o que é que vai gritar, caso o ladrão tente comunicar. Nisto, olha para o lado e vê o seu telemóvel com a luz acesa, pálido, mesmo com cara de quem está a ser possuído. A medo, estende o seu braço direito para desligar a música e vai fazer um ovo estrelado, visto que a 4ª hipótese de escape ao massacre a deixou com apetite.

Como podem perceber, dormir, para a ervilha, já não é a mesma coisa. Deita-se todos os dias, na incerteza de ter de passar por tudo isto outra vez. Embora sofrida, a ervilha apoia o seu aparelho nesta fase difícil e terminal da sua vida.

A ervilha incompreendida despede-se :)

P.S:. Pai, se estiveres a ler isto e eu sei que vais ler, pois vou encarregar-me de te obrigar a fazê-lo, COMPRA-ME UM TELEMÓVEL e és lindo!

domingo, 16 de outubro de 2011

Alguém tem vontade de vestir isto além de mim? :D

Ervilhá!
Alguma ervilha por aí, gostaria de vestir uma t-shirt destas? Sendo que a da esquerda seria a parte da frente e a da direita a parte de trás. Podem dar a vossa opinião sobre as ditas t-shirts nos comentários :D


Se realmente quiserem uma t-shirt desta, enviem um mail para:
latadeervilhas@sapo.pt

Até um próximo post, a ervilha despede-se :)

P.S: prometo não demorar muito tempo a fazer outra publicação *.*

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O Mundo é das Ervilhas! :D

Ervilhá! :D
(vou insistir nesta bela saudação)

Queridas ervilhas, queria escrever-vos, mas acontece que a ervilhola (sítio onde nós, ervilhas, temos aulas) não é nem uma fonte de inspiração, nem algo que deixe muito tempo livre.
Pois é, nós também temos ervaulas :/ Fartinhos de ouvir falar do deprimente regresso às aulas, estamos todos, mas é inevitável querer contagiar-vos com a minha depressão. Infelizmente, não tenho assistido a nenhuma história extremamente entusiasmante ou engraçada para vos contar, daí a minha demora a publicar outro texto.

(E agora vocês pensam "Não tinha nada para contar, mas como está a escrever, é porque já tem!")

Não tenho nada excitante para contar, apenas assustador. Pânico? Sim.
Considero de bom tom deixar-vos a par dos planos maléficos que ocupam a Lata. Nós, ervilhas, a leguminosa mais sexy de todo o planeta, estamos a elaborar um plano extremamente complexo para dominar o mundo! Tudo começou depois de uma pesquisa no Youtube sobre ervilhas. O choque foi geral, tudo o que encontrámos foram filmes sobre como fazer sopa de ervilhas! Muitas ervilhas perderam a vontade de viver, outras, deixaram de ser verdes. Após superarmos a dor, unimo-nos e partimos para a elaboração do plano maléfico!
(esta é a parte em que todas as ervilhas dizem em conjunto: MUAHAAHAHAHA! sentiram a maldade em sintonia?)
Sem permissão para mais pormenores maléficos, deixo-vos alerta e provavelmente assustados. As ervilhas são muito mais que sopas ou contos sobre princesas que dormem sobre vinte colchões!
*indignação*
Uma ervilha sozinha magoa uma princesa, uma centena já enchem um prato! MUAHAHAAHA(está a tornar-se repetitivo?)
A ervilha incompreendida despede-se :)

P.S: sim, tenho noção que este texto está ainda mais fraco que os outros, perdoem-me, o plano maléfico requer toda a minha pseudo-criatividade e o pouco bom senso que me resta! ;)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Capitão Iglo, you suck!

Nós, ervilhas, partilhávamos um momento cultural enquanto víamos os morangos com açúcar (isto, porque as ervilhas e os morangos são friends foreveeeeer), quando vimos um anúncio comercial extremamente inquietante. Pois foi, na lata instalou-se uma verdadeira revolta! Tudo  por causa do novo produto ultracongelado da Iglo.
Passo a explicar, algum exterminador sem coração, provavelmente o Capitão Iglo, decidiu que era giro, e desculpem a brutalidade da palavra, esmagar ervilhas para se tornarem num verde e pouco apetitoso esparregado.
Chocados? Nós também.
A comunidade ervilhesca permanece em choque e aterrorizada. Afinal, quem quer acabar sob a forma de esparregado?
Depois de uma breve pesquisa sobre esparregados, passo a citar apenas uma frase que resume a tortura a que submetem as simpáticas ervilhas: “Adicionam-se as ervilhas escorridas e tritura-se tudo com uma picadora.”
Isto é um protesto contra o esparregado de ervilhas e contra o Capitão Iglo, sujeito este a quem nós, ervilhas, atribuímos toda a culpa. Indecente Capitão Iglo, isto é indecente. Sinceramente, nunca me convenceste com os douradinhos.
As ervilhas impõem-se, o Capitão Iglo está, agora, na nossa lista negra. Ele e a barba dele.

A ervilha incompreendida despede-se :)